O rompimento do PMDB
Definindo-se pelo rompimento com o governo da senhora
Rosalba Ciarlini, o PMDB buscará, agora, o apoio para um candidato dos seus
próprios quadros. De saída, é fatível que conte com a solidariedade de dois
outros partidos paradoxalmente conflitados ideologicamente entre si, o PR do
deputado João Maia e o PV do suplente de senador no exercício do mandato Paulo
Davim. Há quem duvide.
Mas o PMDB chega à liça sucessória livre e desembaraçado para conversar com todos os partidos até com o DEM, do senador José Agripino. O rompimento – é bom que se entenda – salvo melhor juízo, foi com o governo da senhora Rosalba Ciarlini e, portanto, com a candidatura dela à reeleição, ainda não afastada definitivamente. Resta saber se o DEM conversa com essa clara restrição e oposição ao governo de sua correligionária.
Ocorre uma espécie de fenômeno. O DEM também não está satisfeito com a sua correligionária, a governadora Rosalba Ciarlini, uma quase unanimidade no item de desaprovação de seu governo – oitenta e três por cento, segundo as pesquisas. E não há, tampouco, nenhuma manifestação de parte a parte, nem da governadora e do seu governo e muito menos, até diria, do DEM, fazendo parecer que tudo continua como antes, quando contavam com o apoio do PMDB.
A oposição, por sua vez, já tem duas candidaturas em pleno trabalho pessoal de cada uma, a da ex-governadora Wilma Maria de Faria e a do vice-governador Robinson Faria, ambos visitando o interior do Estado em todos os eventos. Wilma não declarando-se candidata, mas colhendo manifestações pessoais refletidas nas pesquisas, como anti-Rosalba e Robinson declaradamente candidato, buscando apoio também com a mesma bandeira de oposição.
O rompimento do PMDB ainda não tem reflexo na opinião pública, o que só se saberá em pesquisas a partir da segunda metade de setembro e começo de outubro. Não há, ainda, nenhum ato político prático, salvo a demissão de indicados dos peemedebistas para o governo da senhora Rosalba Ciarlini. Vem aí a manifestação do PR do deputado João Maia e o PV do senador Paulo Davim, o que, politicamente, deverá acontecer nos próximos dez dias, sim ou não, positivamente e negativamente.
Se a decisão do PMDB foi unânime, a sua consequência será da responsabilidade do partido no seu todo. Em palavras mais claras, oposição? Independência? O rumo eleitoral da sucessão governamental já está sendo traçado pelos condutores de partidos. Não se há de esperar maior ou menor velocidade nos acontecimentos antes das seguintes providências:
1 - A tomada de posição do PV e do PR. Do PV cuida o senador Garibaldi. Do PR cuida o deputado Henrique Eduardo.
2 - As pesquisas de setembro, isto é, deste mês, apontarão os caminhos, os nomes, os possíveis candidatos, próprios e de outros partidos.
3 - Os demais partidos que já estão na oposição.
Mas o PMDB chega à liça sucessória livre e desembaraçado para conversar com todos os partidos até com o DEM, do senador José Agripino. O rompimento – é bom que se entenda – salvo melhor juízo, foi com o governo da senhora Rosalba Ciarlini e, portanto, com a candidatura dela à reeleição, ainda não afastada definitivamente. Resta saber se o DEM conversa com essa clara restrição e oposição ao governo de sua correligionária.
Ocorre uma espécie de fenômeno. O DEM também não está satisfeito com a sua correligionária, a governadora Rosalba Ciarlini, uma quase unanimidade no item de desaprovação de seu governo – oitenta e três por cento, segundo as pesquisas. E não há, tampouco, nenhuma manifestação de parte a parte, nem da governadora e do seu governo e muito menos, até diria, do DEM, fazendo parecer que tudo continua como antes, quando contavam com o apoio do PMDB.
A oposição, por sua vez, já tem duas candidaturas em pleno trabalho pessoal de cada uma, a da ex-governadora Wilma Maria de Faria e a do vice-governador Robinson Faria, ambos visitando o interior do Estado em todos os eventos. Wilma não declarando-se candidata, mas colhendo manifestações pessoais refletidas nas pesquisas, como anti-Rosalba e Robinson declaradamente candidato, buscando apoio também com a mesma bandeira de oposição.
O rompimento do PMDB ainda não tem reflexo na opinião pública, o que só se saberá em pesquisas a partir da segunda metade de setembro e começo de outubro. Não há, ainda, nenhum ato político prático, salvo a demissão de indicados dos peemedebistas para o governo da senhora Rosalba Ciarlini. Vem aí a manifestação do PR do deputado João Maia e o PV do senador Paulo Davim, o que, politicamente, deverá acontecer nos próximos dez dias, sim ou não, positivamente e negativamente.
Se a decisão do PMDB foi unânime, a sua consequência será da responsabilidade do partido no seu todo. Em palavras mais claras, oposição? Independência? O rumo eleitoral da sucessão governamental já está sendo traçado pelos condutores de partidos. Não se há de esperar maior ou menor velocidade nos acontecimentos antes das seguintes providências:
1 - A tomada de posição do PV e do PR. Do PV cuida o senador Garibaldi. Do PR cuida o deputado Henrique Eduardo.
2 - As pesquisas de setembro, isto é, deste mês, apontarão os caminhos, os nomes, os possíveis candidatos, próprios e de outros partidos.
3 - Os demais partidos que já estão na oposição.
Jornal Tribuna do
Norte
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