sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Pesquisa afirma que 44% dos homens nunca foram ao urologista

Os tumores na próstata não apresentam sintomas, e no geral levam anos para causar algum tipo de complicação - por isso é importante visitar o urologista e fazer os exames anualmente após os 40 anos. No entanto, uma pesquisa brasileira feita Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), afirma que quase metade dos homens nessa faixa etária nunca fez um consulta ao médico urologista, excluindo a possibilidade de encontrar um câncer de próstata precocemente.

O órgão entrevistou cinco mil homens, e revelou que 47% dos entrevistados nunca realizaram exames para detectar o câncer de próstata, 44% jamais se consultaram com o urologista e 51% nunca fizeram exames para aferir os níveis de testosterona (hormônio masculino) no sangue.

De acordo com os pesquisadores, os números mostram porque o câncer de próstata é hoje o segundo câncer que mais acomete homens, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. Em 2012, foram diagnosticados 60.180 novos casos dessa neoplasia, com ocorrência principalmente depois dos 65 anos, segundo o último levantamento realizado pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA).

Fonte: Portal Oestano

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Ele disse que a presidente Dilma, apesar dos apelos dos religiosos, decidiu sancionar a lei porque sabe que "não será reeleita" e "está nem aí para esses religiosos retrógrados". "Convido-os a se lembrarem desse episódio em 2014, nas urnas. PT nunca mais", disse.
Feliciano afirmou que Dilma "com sua caneta rasga o documento assinado e entregue aos evangélicos e católicos prometendo que nunca aprovaria o aborto".
Como aprovado pelo Congresso Nacional, a lei estabelece garantias para que a mulher seja prontamente atendida na rede pública de saúde nos casos de violência sexual. Determina, por exemplo, a oferta da pílula de emergência (chamada no texto de "profilaxia da gravidez") à vítima e de informações sobre os direitos previstos nestes casos --uma referência à necessidade de informar à mulher o direito ao aborto legal em caso de gravidez decorrente do estupro.
Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos, a medida amplia as formas de aborto autorizado atualmente pela lei. Atualmente, o aborto é permitido no país em caso de estupro, risco de vida para a mãe ou de fetos com anencefalia.
"Não há como comprovar que o sexo foi sem consentimento... É a palavra da mulher que engravidou e pronto. Não há como provar", disse.
O deputado Roberto de Lucena (PV-SP) reforçou o discurso. Na tribuna da Câmara, ele disse que a bancada deve retomar a discussão do tema. Ele cobrou do governo uma explicação sobre o termo profilaxia da gravidez. "Haverá de ser encaminhado ao Congresso projeto esclarecendo expressamente que o termo profilaxia da gravidez não significa aborto", afirmou. "Na verdade, absolutamente, nós não estamos aqui tratando de uma discussão religiosa. A discussão que envolveu este assunto é, sobretudo, ética", completou.
Lucena disse que o texto causa preocupação porque pode "abrir uma brecha para a prática do aborto".

Folha


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