ROSALBA PODE
EVITAR DISPUTA EM 2014 E SER "RECOMPESADA".
A hipótese da governadora Rosalba Ciarlini (DEM)
continuar no mandato até o final e não ser candidata à reeleição, no próximo
ano, passou a ser listada no governismo e entre aliados de peso. Seu governo
está fragmentado, sem qualquer sinalizador de reação ou de apoio popular.
Rosalba é refém do PMDB e do grupo Alves. Depende deles,
mais do que nunca, para ganhar sobrevida ou até mesmo sonhar com uma pouco
provável reeleição.
Permanecer no Governo do Estado até o final dos quatro
anos, pode ser o possível e algo até honroso, diante de tudo que tem vivido e
ainda pode se meter.
Sua compensação viria adiante, com ingresso em nova sigla
aliada da presidente Dilma Rousseff (PT), em caso de reeleição dela, tendo
espaço num alto cargo da República.
Os “pauzinhos” estão sendo mexidos para formatação de um
conjunto de interesses, que aposta na manutenção do poder, mesmo que com
algumas sequelas e defecções.
Claro que nessa “arrumação”, o senador José Agripino,
visceral adversário de Dilma, não está incluído.
Na oposição, lideranças do PSB, PT e PSD parecem que
finalmente se tocaram.
Depois de muito esperarem pelo PMDB, procuram se mexer na
montagem de uma aliança alternativa à Rosalba e às vontades dos líderes
peemedebistas.
Infelizmente, para o cidadão comum potiguar, nada parece
diferenciado, arrojado e digno de galvanizar a massa.
Fonte: Carlos Santos
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